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Governo libera entrada de estrangeiros em todos os aeroportos do país

POR G1

O governo federal decidiu autorizar a entrada de estrangeiros, de qualquer nacionalidade, em todos os aeroportos do país. Portaria publicada nesta quinta-feira (24) em edição extra do “Diário Oficial da União” revogou uma anterior que restringia voos internacionais em 6 estados.

Pela nova portaria, a entrada de estrangeiros por via aérea está liberada “desde que obedecidos os requisitos migratórios adequados à sua condição, inclusive o de portar visto de entrada, quando este for exigido pelo ordenamento jurídico brasileiro”.

Estrangeiros com visto de visita para estadia de curta duração – até 90 dias – também deverão apresentar, antes do embarque, comprovante de aquisição do seguro-saúde. O documento deve ser válido no Brasil e ter duração para toda a estadia prevista. Caso contrário, a entrada em território nacional poderá ser proibida.

As restrições começaram em março e vinham sendo renovadas mensalmente como estratégia de combate ao novo coronavírus. Portaria anterior, publicada em agosto, proibia voos internacionais em 6 estados: Goiás, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Tocantins.

 

Restrições para entrada via terra e água são mantidas

A nova medida, no entanto, mantêm as restrições para a entrada de estrangeiros de qualquer nacionalidade por rodovias, outros meios de via terrestre ou por transporte aquaviário pelo prazo de 30 dias.

Segundo a portaria, o prazo poderá vir a ser novamente prorrogado, “conforme recomendação técnica e fundamentada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)”.

O estrangeiro que estiver em país de fronteira terrestre e precisar entrar no Brasil para embarcar em voo de retorno a seu país de residência poderá ingressar no país mediante autorização da Polícia Federal.

A portaria é assinada pelos ministros Braga Netto (Casa Civil), Tarcísio Gomes (Infraestrutura) e Eduardo Pazuello (Saúde) e André Luiz de Almeida Mendonça (Justiça).

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Companhias aéreas oferecem voos ‘sem destino’ em meio à pandemia

DA OLHAR DIGITAL

Enquanto países ainda adotam restrições a voos comerciais diante da pandemia de Covid-19companhias aéreas apostam em um novo serviço para atender pessoas que sentem falta da experiência de embarcar e viajar em um avião: as viagens panorâmicas.

A modalidade descreve voos em que aeronaves decolam de um aeroporto e, após completarem o percurso planejado, pousam no mesmo local. Segundo reportagem do UOL, as iniciativas ainda se concentram em regiões da Ásia e Oceania. No mês passado, a companhia taiwanesa EVA Airways realizou uma viagem panorâmica de duas horas e quarenta e cinco minutos a partir do aeroporto de Taipei.

voo foi parte de uma campanha em comemoração do dia dos pais e aderiu à temática da personagem Hello Kitty. Já a Tigerair, outra agência aérea de Taiwan, promoveu uma viagem para turistas sobrevoarem a ilha de Jeju, da Coreia do Sul. A empresa ainda garantiu aos clientes um voucher para voos entre as duas nações, assim que as fronteiras entre os países forem liberadas.

A modalidade também chegou na Austrália. Em apenas dez minutos, a companhia aérea Quantas comercializou todas as passagens para um voo panorâmico previsto para 10 de outubro. Uma aeronave 797 Dreamliners vai decolar do aeroporto de Sydney e sobrevoar, em altitudes mais baixas que o convencional, alguns pontos turísticos do país, incluindo a Grande Barreira de Corais e a Baía de Sydney.

Comissárias de bordo no voo panorâmico temático da EVA Airways. Imagem: Divulgação
Comissárias de bordo no voo panorâmico temático da EVA Airways. Imagem: Divulgação

Os tickets foram vendidos por valores entre US$787 e US$3.787 – isto é, entre, aproximadamente, R$ 4,4 mil e R$ 21,7 mil em conversão direta. De acordo com o UOL, a empresa ainda pretende oferecer viagens até a Antártica. Com duração de cerca de doze horas, os voos estão programados para ocorrer entre novembro e fevereiro e devem partir das cidades de Sydney, Melbourne, Brisbane, Adelaide e Perth.

O valor das passagens varia de US$ 1,2 mil (R$ 6,7 mil) até R$ 8 mil (R$ 44,7 mil), por pessoa. Já para quem quer matar a saudade da experiência de serviço de bordo sem gastar muito ou embarcar em uma aeronave, a empresa tailandesa Thai Airways oferece uma opção. A companhia administra um restaurante temporário em sua sede, em Bagkok, que serve “comida de avião” e é ambientado com mobiliário temático e funcionários vestidos de comissários de bordo.

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Covid-19: pesquisa revela que 47,5% das pessoas temem viajar de avião

DA AGÊNCIA BRASIL

Apesar da tendência de queda no número de casos de covid-19, uma pesquisa realizada em agosto pelo Ministério da Infraestrutura revelou que 47,5% dos entrevistados ainda se sentiam inseguros em viajar de avião por causa da pandemia, enquanto 31,3% disseram ter segurança e 21,2% não souberam responder. O levantamento foi divulgado ontem (17) pela pasta.

Mais da metade dos entrevistados  (53,1%) consideram eficientes os protocolos sanitários adotados em aeroportos e aeronaves para evitar contaminação pelo novo coronavírus, causador da covid-19. As medidas foram determinadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com o acompanhamento do ministério e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Entre os pontos avaliados de maneira positiva estão o uso de máscaras de proteção e a higienização frequente dos espaços de circulação, além do uso da tecnologia para reduzir contato pessoal, como a realização do check-in por celular ou tablet – neste item, 69,1% dos entrevistados disseram que preferiam realizar o procedimento por meio de aplicativos no celular ou tablet.

Os que responderam que preferiam fazer o check-in pelo site da companhia aérea somaram 10% e os que disseram escolher o balcão das companhias aéreas para isso, 9,1%. levantamento. Entretanto, dessa parcela, 83,9% estariam dispostos a usar a tecnologia para diminuir a interação no processo de embarque.

O levantamento mostra que 53,6% dos entrevistados afirmaram ter planos de voltar a voar nos próximos meses, 38,2% disseram não ter planos e 8,3% responderam que ainda não pensaram sobre o assunto. Dentre os 38,2% que responderam não ter planos de viagem, a maioria (46,5%) disse que poderia reconsiderar, se houvesse redução no preço das passagens.

O lazer foi apontado como o principal motivo para viajar com 50% das respostas. Viagens a trabalho somaram 38%; por motivo de saúde, 2%; e 10% apontaram outros motivos. O avião foi apontado como a forma mais segura de viajar por 62,% dos entrevistados, e o ônibus, por 26,3%; e 8,3% responderam que os dois meios de transportes são igualmente seguros.

O levantamento Pesquisa de Percepção da Segurança Sanitária no Setor Aéreo fez 1.042 entrevistas (por telefone e e-mail) no mês passado. A margem de erro é de 3%, e o nível de confiança, de 95%. De acordo com o Ministério da Infraestrutura, o objetivo é captar a visão do viajante sobre a covid-19 e as medidas de prevenção adotadas no setor aéreo.

Para o secretário nacional de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura, Ronei Glanzmann, as companhias precisam investir mais em tecnologia, com o objetivo de promover a segurança dos passageiros. “Os dados da pesquisa indicam que é necessário investir cada vez mais em tecnologia, estabelecer novos procedimentos e dar visibilidade às medidas de segurança sanitária para que os passageiros se sintam seguros em voltar a voar”, afirmou o secretário.

#ANAC #Covid-19 #SetorAéreo #ViagemdeAvião #CoronaVírus #Pandemia

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Setor de Turismo lança Guia do Viajante Responsável

DA AGÊNCIA BRASIL

O Movimento Supera Turismo Brasil, que reúne 27 entidades do setor, lançou hoje (18) o Guia do Viajante Responsável, para instruir turistas quanto a medidas de prevenção contra a covid-19. O documento lista uma série de recomendações, como respeitar protocolos de biossegurança definidos por governos e estabelecimentos que atuam na área, como meios de hospedaria e empresas de transporte.

Entre as recomendações, estão o uso de máscara facial em todos os passeios e higienização das mãos. Além disso, há orientação para que se faça check-in online e se adotem processos digitais, como a consulta a versões virtuais de cardápios de restaurantes, a fim de se evitar o contato com objetos que possam facilitar a propagação do novo coronavírus. Outra indicação é dar preferência a programas ao ar livre, já que ambientes fechados podem favorecer transmissões.

Apesar da divulgação do guia, que pode servir também a pessoas que viajam a negócios, o que se observa, na prática, é que parte significativa da população ainda tem receio de deslocamentos. Exemplo disso são os resultados de pesquisa divulgada nesta quinta-feira (17), pelo Ministério da Infraestrutura, que destaca que quase metade (47,5%) das pessoas se sente insegura de viajar de avião, por conta da crise sanitária. A parcela que afirma já estar confortável para voar corresponde a 31,3%.

De acordo com as informações mais recentes do Ministério da Saúde, o Brasil já acumula 4.455.386 casos confirmados de covid-19, dos quais 36.303 foram contabilizados ontem. No total, a infecção por covid-19 já provocou a morte de 134.935 pessoas no país.

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O governo americano confirmou novas medidas na entrada de estrangeiros no País.

Até domingo, 13 de setembro de 2020, a norma vigente diz que estrangeiros de alguns países, como China e Brasil, só podem entrar por um dos 15 aeroportos de triagem e devem passar por um escaneamento rigoroso para detectar a Covid-19.

Essa regra deixa de valer a partir da segunda-feira, 14, já mostrando uma flexibilização para a entrada de visitantes internacionais. A partir do dia 14, o CDC e as autoridades aeroportuárias americanas vão focar em educação pré-embarque e após a chegada, em esforços para desenvolver um processo de testagem e na resposta rápida aos casos de doença.

Portanto, a partir de segunda-feira, 14, os voos internacionais poderão usar qualquer aeroporto do país, sem as restrições para que algumas nacionalidades descessem em um dos 15 designados. Também será cancelado o escaneamento de saúde desses passageiros, que incluem europeus, brasileiros e chineses.

Segundo o CDC – Centers for Disease Control and Prevention, o teste de sintomas não é tão eficaz, pois pode haver transmissão por pessoas assintomáticas ou com sintomas leves. Por isso o CDC vai focar na parte educativa e em outras medidas, como as já citadas e ainda coleta voluntária de dados pessoais dos passageiros para evitar filas e demora na coleta manual desses dados (um pedido das empresas aéreas, segundo o CDC); informação aos passageiros sobre os riscos de viajar a alguns países; treinamento para que os funcionários dos aeroportos saibam identificar quem está doente; e recomendações pós-chegada, incluindo quarentena em casa para quem chega de locais considerados de alto risco.